Alianças Rommanel São Boas ?

As alianças rommanel são excelentes semijoias são todas sem níquel com 3 banhos em ouro, não escurecem e não dá alergia em quem a usa

.estojo com alianças rommanel

Aqueles brincos, colar, pulseiras, todos sabemos como as joias rommanel fazem uma grande diferença em qualquer look, seja como nos vemos no espelho ou até mesmo como queremos expressar para todos.

Mas nenhuma delas tem tanto impacto como as alianças rommanel, Sim, entre todas, o que mais diz sobre você é o mais singelo dos anéis: na mão direita relação que se consolida, enquanto na esquerda significa relacionamento consagrado pelo casamento.

Alianças Rommanel representam autoconhecimento, convivência, companheirismo, paixão e  muito mais, tudo que compõe uma linda história de amor. história, que é só sua e do seu amor, de ninguém mais. Assim como seu sonhos e estilos.

Resolvemos trazer estas dicas para você,  já que, mais do que uma peça no dedo, queremos que sua aliança rommanel seja uma experiência única, bela, duradoura e com detalhes magníficos para compartilhar com quem mais importa. Então fique de olho no que separamos a respeito desse símbolo da união:

cliente usando alianças rommanel

Os primórdios da aliança

Pense bem: na solteirice, a aliança é o primeiro grande sinal pelo qual procuramos nas pessoas que nos interessam, certo? A conclusão costuma ser simples: se não está lá, é indicativo de que podemos ir adiante, não é mesmo? Já quando entramos em um relacionamento sério e passamos a ostentá-la, a aliança se transforma em uma prova de comprometimento no que se refere a levar adiante a parceria e o amor que devotamos a alguém.

E esses sentidos dados às alianças são unânimes praticamente no planeta inteiro, o que se explica por tradições mais antigas do que a nossa própria civilização.

Na realidade, o uso de alianças remonta a pelo menos 3 mil anos antes de Cristo, quando egípcios e hindus já associavam anéis nos dedos a status de relacionamentos. As peças, aliás, não eram feitas de metal, muito menos nobre. Na época, ervas, varetas ou mesmo pedaços do já conhecido papiro torcidos serviam para fabricá-las e marcar uniões. A forma circular significava, nessas culturas, eternidade e infinitude.

Quando, mais de 2 mil anos depois disso, Alexandre, o Grande conquistou o Egito, acabou levando o costume de lá para a Grécia. Com a invasão do território pelos romanos, a prática se espalhou de vez, mas aí já com algumas diferenças. Nesse momento, se os homens romanos oferecessem uma aliança a uma mulher não indicava necessariamente amor, mas sim posse.

Ao longo dos séculos, a tradição se disseminou e alcançou as instituições religiosas. Hoje já faz mais de mil anos que os cristãos inseriram os anéis nas cerimônias de casamento. E olha que não se tratava de uma joia comum ou lisa, viu? Naquele tempo se considerava que quanto mais adornada e cara fosse a aliança, maior seria o amor do casal. Só aí já dá para imaginar o exagero de alguns românticos, não é verdade?

O quarto dedo e as mãos

Não, não é apenas convenção, é história mesmo — e dessas mais antigas que a própria tradição de se usar vestido branco, véu, grinalda e tocar a marcha nupcial nas cerimônias. Lá atrás, por volta do ano de 860, o Papa Nicolau I instituiu que tanto os homens quanto as mulheres deveriam afirmar publicamente sua vontade de constituir família.

Para isso, casais passaram a contar, então, com mais uma fase no relacionamento, a do noivado, em que ostentariam um anel no quarto dedo da mão direita. A posição da joia só mudaria com o casamento, levando-a para o anelar da mão esquerda.

São várias as versões que explicam o porquê disso, sendo que uma delas associa a tradição ao fato de que o lado esquerdo é aquele em que está, também, o coração. Os próprios romanos acreditavam que no dedo anelar esquerdo haveria uma veia — a chamada veia Amoris — ligada diretamente ao peito. E por mais que a ciência já tenha provado não passar de uma crença popular, ainda assim o costume persistiu.

E sabia que a própria Igreja Católica ajudou nessa manutenção? A princípio era comum que os padres recitassem “Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” colocando o anel de casamento, levemente, em cada um dos dedos dos noivos, partindo do dedão. Assim, ao chegar ao anelar, o amém era pronunciado e a aliança finalmente colocada, selando o matrimônio.

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